Na Raiz do estilo
Rockabilly: Definição norte-americana para o que chamaríamos aqui de “rock raiz”. Se na teoria fica fácil definir, na prática o importante é saber que graças á este subgênero rock n´rolll temos hoje muitas das melodias e sucessos que ocupam rádios no mundo todo. É como se o rockabilly fosse um grande mistura do Rythm´n Blues, do Country e do Western do início dos anos 50. Com ídolos como Elvis Presley e Jerry Lee Lewis, o estrondo todo começou com o controverso e picareta de plantão Bill Halley, vocalista da banda Bill Halley and The Comets. Em 1954, cansado da mesmice, Bill Halley improvisou uma batida e criou aquele que seria o primeiro rock á ser tocado: “Rock around the clocks”, que conquistou rapidamente os jovens americanos. Então, surge em cena aquele que seria o verdadeiro pai da explosão rock´n roll. Buddy Holly, com seu estilo certinho, cabelo de lado e óculos de aros grossos, parecia apenas um nerd tentando achar seu espaço. Parecia. Utilizando quase que somente o rockabilly em suas composições, espalhou o gênero pelo país e abriu espaço para que novos nomes pudessem surgir e gerar a grande massa “rocker” mundial que se alastrou por décadas á fio.Afinal, foi á partir daí que a batida agitada, composta por guitarras e contrabaixos acústicos iniciou um caminho que sempre esteve em alta.
Os fãs de rockabilly, em geral, não se contentam apenas em ouvir o som. A batida contagiante faz com que até os mais desligados músicos tentam tirar alguns acordes de clássicos como “Suspicious mind” ou “Black Water”. Essa, inclusive, a primeira música aprendida pelo analista de sistemas e músico nas horas vagas, Alexandre Pereira. “Fui criado nos Estados Unidos, onde moro hoje, numa vasta cultura musical. Meu pai não gostava de rock, dizia ser uma coisa barulhenta. Comecei a comprar discos escondidos e quando vim para o Brasil, com 20 anos, comprei minha primeira guitarra.”, conta. Baterista da banda Wild Winds, Alexandre passou esse gosto refinado pelo velho e bom rock n´roll para os filhos William e Alexandre, também músicos “Acho que é uma coisa que contagia de tal maneira que você quer dividir. Fico satisfeito pelos três seguirem o mesmo caminho.”, diz.
Melodia de pai para filho também foi o que levou a banda Empty Street á enveredar pelo rockabilly. “Lembro de ouvir desde pequenos Elvis Presley cantando e minha mãe toda encantada, meu pai elogiando. Desde então resolvi que queria parecer com ele.”, diz Arthur Malta, vocalista da banda. Com um bom tempo de carreira, afinal já são 7 anos juntos, Arthur diz que ele e seus colegas de banda até já tentaram tocar outras coisas, mas sempre se sentiam confortáveis com o rock. “Parece questão de gosto, mas quem é músico sabe, quando você se identifica com algo, flui melhor, você toca com a alma, tem mais conexão, vitalidade, você se encontra.”, comenta.
Rockabilly,exemplo de estilo que contagia. Mais que um subgênero do rock, praticamente o pai torto do rock que conhecemos, o estilo ocupa até hoje as prateleiras de todas as idades. Mais que uma forma de expressão, um recôndito agradável para quem gosta de letras realmente com conteúdo e melodias realmente agradáveis. Quer mais referências? Procure então por Carl Perkins, The Stray Cats ou Eddie Cochran. Quem sabe não será você o próximo á tirar a poeira da guitarra e sair por aí tocando por exemplo “Blue Suede Shoes”?
Os fãs de rockabilly, em geral, não se contentam apenas em ouvir o som. A batida contagiante faz com que até os mais desligados músicos tentam tirar alguns acordes de clássicos como “Suspicious mind” ou “Black Water”. Essa, inclusive, a primeira música aprendida pelo analista de sistemas e músico nas horas vagas, Alexandre Pereira. “Fui criado nos Estados Unidos, onde moro hoje, numa vasta cultura musical. Meu pai não gostava de rock, dizia ser uma coisa barulhenta. Comecei a comprar discos escondidos e quando vim para o Brasil, com 20 anos, comprei minha primeira guitarra.”, conta. Baterista da banda Wild Winds, Alexandre passou esse gosto refinado pelo velho e bom rock n´roll para os filhos William e Alexandre, também músicos “Acho que é uma coisa que contagia de tal maneira que você quer dividir. Fico satisfeito pelos três seguirem o mesmo caminho.”, diz.
Melodia de pai para filho também foi o que levou a banda Empty Street á enveredar pelo rockabilly. “Lembro de ouvir desde pequenos Elvis Presley cantando e minha mãe toda encantada, meu pai elogiando. Desde então resolvi que queria parecer com ele.”, diz Arthur Malta, vocalista da banda. Com um bom tempo de carreira, afinal já são 7 anos juntos, Arthur diz que ele e seus colegas de banda até já tentaram tocar outras coisas, mas sempre se sentiam confortáveis com o rock. “Parece questão de gosto, mas quem é músico sabe, quando você se identifica com algo, flui melhor, você toca com a alma, tem mais conexão, vitalidade, você se encontra.”, comenta.
Rockabilly,exemplo de estilo que contagia. Mais que um subgênero do rock, praticamente o pai torto do rock que conhecemos, o estilo ocupa até hoje as prateleiras de todas as idades. Mais que uma forma de expressão, um recôndito agradável para quem gosta de letras realmente com conteúdo e melodias realmente agradáveis. Quer mais referências? Procure então por Carl Perkins, The Stray Cats ou Eddie Cochran. Quem sabe não será você o próximo á tirar a poeira da guitarra e sair por aí tocando por exemplo “Blue Suede Shoes”?
Patrícia Garcia

2 Comments:
Patrícia, primeiramente desculpe-me pela confusão com seu sobrenome. Enfim, gostei do tema de sua matéria "Na raiz do estilo", porém seus parágrafos são cumpridos o que dificulta a leitura. Também observei que você somente explica o título da matéria, no final do 2º e 3º parágrafos, com a entrevista do músico Alexandre Pereira.
O tema está bem desenvolvido na fala de seus entrevistados e na paixão destes, pelo rock antigo e com conteúdo, o que revela a maneira como foi abordado o assunto e sua relação de pertinência.
Paula Bragalda
Muitos problemas com seu texto. O principal é que você confundiu reportagem com artigo. Reportagem é o que foi pedido. Artigo foi o que você fez. Um artigo que usa a fala de alguns personagens para ilustrar suas próprias idéias.
E como artigo o texto até que está bem razoável... o problema é que eu pedi peixe grelhado e você me trouxe batatinha frita. As suas idéias são muito importantes para seus amigos, seus colegas e seus parentes, pra mim também... mas não para seu leitor. Você pode saber muito de rock, pode ter pesquisado muito, mas alguém reconhecido pela sociedade ou pelo meio musical é essencial para construir uma matéria assim.
Outros problemas: título sem verbo; foto não abre (como a foto é opcional você não perde nota por isso); três links não funcionam - Elvis, Jerry e Buddy; Primeiro parágrafo muito longo e sem gancho; seu nome não tem link para abrir o Outlook.
Você escreve bem... mas só isso não basta para ser uma boa jornalista.
Regular (-)
Adauto Molck
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