Pesquisadores da Unicamp desenvolvem droga contra diabetes
Segundo o relatório da VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), realizado em 2006, 6,2 % da população adulta do estado de São Paulo possui diabetes, doença metabólica que tem como principal característica a elevação dos níveis de glicose no sangue. Tratada inadequadamente, pode levar a perda progressiva da função de vários órgãos, como rins, olhos e coração.
O atual tratamento é realizado por dietas, atividades físicas e o uso de duas classes de drogas: a primeira para aumentar a produção de insulina pelo pâncreas, e a segunda, para melhorar a ação da insulina no corpo. Estudiosos da Unicamp desenvolveram uma droga que realiza as duas funções ao mesmo tempo. “Descobrimos que uma proteína chamada PGC-1 tem a função de controlar a produção de insulina pelo pâncreas, e criamos um medicamento capaz de diminuir a atividade dessa proteína”, conta Dr. Lício Velloso, médico e chefe do Laboratório de Sinalização Celular da Unicamp.
Testada em animais diabéticos, a droga revelou permitir maior produção de insulina e melhor ação da mesma, fazendo com que os animais apresentassem níveis normais de glicose no sangue. Devido a boa perspectiva de uso terapêutico em humanos, a Unicamp realizou uma parceria com a Aché Laboratórios Farmacêuticos, pretendendo desenvolver o medicamento para o homem.
Porém, o desenvolvimento de um medicamento para diabetes, não descarta a necessidade de atividades físicas e hábitos alimentares saudáveis. De acordo com Dr. Lício, a doença é uma das comuns na sociedade moderna. “Pouco mais de 10 % dos brasileiros têm diabetes e, devido a mudanças na alimentação e ao sedentarismo, esse número deve aumentar”, afirma.
O atual tratamento é realizado por dietas, atividades físicas e o uso de duas classes de drogas: a primeira para aumentar a produção de insulina pelo pâncreas, e a segunda, para melhorar a ação da insulina no corpo. Estudiosos da Unicamp desenvolveram uma droga que realiza as duas funções ao mesmo tempo. “Descobrimos que uma proteína chamada PGC-1 tem a função de controlar a produção de insulina pelo pâncreas, e criamos um medicamento capaz de diminuir a atividade dessa proteína”, conta Dr. Lício Velloso, médico e chefe do Laboratório de Sinalização Celular da Unicamp.
Testada em animais diabéticos, a droga revelou permitir maior produção de insulina e melhor ação da mesma, fazendo com que os animais apresentassem níveis normais de glicose no sangue. Devido a boa perspectiva de uso terapêutico em humanos, a Unicamp realizou uma parceria com a Aché Laboratórios Farmacêuticos, pretendendo desenvolver o medicamento para o homem.
Porém, o desenvolvimento de um medicamento para diabetes, não descarta a necessidade de atividades físicas e hábitos alimentares saudáveis. De acordo com Dr. Lício, a doença é uma das comuns na sociedade moderna. “Pouco mais de 10 % dos brasileiros têm diabetes e, devido a mudanças na alimentação e ao sedentarismo, esse número deve aumentar”, afirma.

3 Comments:
A foto do médico da uma credibilidade maior em relação às matérias sem foto. Achei que a informação sobre a nova droga deveria vir logo no lead, você só fala dela depois de falar várias coisas sobre a doença. A novidade deveria vir primeiro.
Poderia ter um link para o site do laboratório (Aché Laboratórios Farmacêuticos) e talvez até para a palavra "diabetes", levando o internauta a achar mais informações sobre a doença em outros lugares.
Fernanda,
O Lide tem que estar de acordo com seu título. E seu título está correto. Então porque a informação do título não está no lide? Seu lide fala de uma pesquisa importante, mas por ser de 2006 já não é tão atual, concorda? Acho que esse dado deveria constar sim na matéria, mas em algum parágrafo mais abaixo.
Sua matéria é bem escrita e de utilidade pública. O vídeo que escolheu é legal.
Links Ok. Faltou crédito na foto. Como o blog não prevê isso o crédito poderia entrar junto com seu nome ou no pé da matéria.
Bom
Adauto Molck
Parabéns pela matéria Fer!
Um beijo.
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