Punks de São Paulo seguem a 'ideologia da violência'

Quando surgiram em 1970, os punks tinham como ideologia a critica ao "sistema". Enquanto o rock'n roll tradicional ainda criava estrelas que distanciavam o público do músico, o punk rock rompeu este distanciamento trazendo o princípio da música simplificada (pouco mais que três acordes, facilmente tocados) e instigando naturalmente outros adolescentes a criarem suas próprias bandas.
De seus surgimento até os dias atuais o movimento tem se desmembrado em diversos subgrupos. Muitos sustentam valores como anti-machismo, anti-homofobia, anti-nazismo, as gangues, extremamente conhecidas pelo uso da violência, e até, os que se auto-denominam "livres de drogas", não fazendo uso de nenhuma substância que altere o humor, incluindo o álcool e a nicotina. Famosas pelo uso da violência e união de seus integrantes.
Em São Paulo, de acordo com a delegada Margarete Barreto, a linha ideologica das gangues não é muito clara e a maioria dos agressores mal conhece as teorias de seus movimentos. Em diversos países, incluindo o Brasil, a roupa é, na maioria das vezes, o elemento que desencadeia as brigas de rua entre gangues. Cada segmento do estilo tem suas caracteristicas.
Atualmente existem diversas bandas e grupos diferentes que se organizam em encontros regionais, nacionais e inclusive um internacional que, em 2002, aconteceu em Salvador. O tema é polemico e gera inúmeras discussões politicas e psicológicas. Gastão Moreira, 40 anos, (ex-apresentador da MTV e da TV Cultura), dirigiu o documentário Botinada! A historia do punk no Brasil, lançado em setembro. O filme vem acompanhado de um CD com repertório de bandas punks brasileiras.

3 Comments:
tema muito pertinente. adorei a matéria!
Mariana,
Muitos problemas no seu texto...
Você fez um título chamando para punks de São Paulo e não ouviu nenhum punk de São Paulo. Escreveu os três primeiros parágrafos sem citar fonte alguma – é notório que você baseou sua matéria em outras matérias já divulgadas pela imprensa. E isso não tem valor algum neste trabalho. Se muito, você ouviu um jovem de 15 anos que deu uma declaração que não elucida sua matéria.
Fez links para outras matérias – inclusive uma, copiada pelo dono do site, do Jornal O Estado de São Paulo.
Quantas vezes eu já disse para não fazer isso. Lógico que eu li a matéria toda de O Estado de São Paulo – muito melhor escrita que a sua – e só voltei para a nossa página porque precisava acabar de ler para dar nota ao seu trabalho.
Como você não prestou atenção ao que eu disse eu repito: Links são para contextualizar e agregar valores à sua matéria. Links são informações adicionais que irão fazer sua matéria ter mais informações. Você não deve mandar seu leitor para um link onde tenha outra matéria sobre o mesmo assunto. É o mesmo que dizer para seu leitor: “Estou te mandando para outra página onde tem uma matéria muito melhor que a minha, assim você não precisa continuar lendo essa aqui”!
Essa foto com certeza não foi você quem fez. E aí você fez uma coisa muito feia: “chupou” a foto de um outro site. E pior e mais grave: não deu crédito.
Lembre-se de uma coisa importante: sem boas fontes, sem entrevistados, você não faz reportagem.
Péssimo
Adauto Molck
Na minha opinião, a matéria ficou muito abrangente. O título fala que os punks de São Paulo seguem uma ideologia de violência e a repórter explorou pouco esse foco; poderia ter colocado depoimento de mais fontes, contextualizado melhor a situação dessa tribo na cidade de São Paulo ou, se possível, feito uma comparação com a mesma situação em outras capitais, por exemplo. Não posso ser muito pontual pois não conheço a proposta da pauta, porém, a meu ver, o assunto é pertinente ao tema do nosso blog, mas acredito que a Mariana se perdeu um pouquinho.
Larissa B. Silva
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