Ejaculação precoce tem cura sem medicações
A ejaculação precoce (EP), ou ejaculação rápida é o problema sexual que mais ocorre em homens de todas as idades, mas principalmente nos mais jovens. Cerca de 40% das reclamações de distúrbios sexuais correspondem à EP. Mas a boa notícia é que essa disfunção tem cura e não necessita de remédios para isso, pois ela não é considerada uma doença.
“Além da ansiedade para um bom desempenho, outros aspectos estão relacionados a este fator: uma situação desagradável, uma educação repressora em relação ao sexo, relações sexuais que não permitam um certo relaxamento muscular ou privacidade, como no carro, por exemplo” – esses são alguns fatores que podem levar o parceiro a apresentar a disfunção da ejaculação rápida segundo a psicóloga Raquel Yanssen.
“No momento da relação, há algumas formas para retardar a ejaculação: diminuir o ritmo dos movimentos, pedir para que a parceira fique em cima, assim, ela controla a freqüência e ajuda a dar uma pausa maior entre os movimentos” – afirma Raquel. Outros psicólogos também citam as técnicas da distração (em que o homem pensa em outras coisas durante a relação) e a de compressão (na qual o parceiro pressiona a base da cabeça do pênis por cerca de 4 segundos evitando que o sangue circule e retardando a ejaculação).
“A bebida, ao contrario do que muitos pensam, não ajuda na hora H, ela pode fazer com q o homem tenha outra disfunção, que é a perda de ereção” – afirma Raquel. “Quando acontecer a ejaculação precoce, o melhor é conversar, dizer o que está sentindo, e deixar que a parceira saiba que o problema não é com ela” – aconselha a psicóloga.
Mais dicas sobre como evitar a ejaculação rápida, os fatores que a causam e outros distúrbios sexuais podem ser encontrados na página do Dr. Gilberto Agostinho. Mas se nenhuma dessas dicas resolver o problema, deixe de vergonha e vá consultar um médico, que lhe dará as instruções adequadas para seu tratamento. Pois afirma Raquel: “mais embaraçoso que ser examinado é dar vexame na hora do vamos ver”.

2 Comments:
Rodolfo,
Você fez uma boa matéria de serviço. Ouviu boas fontes, contou uma história para ilustrar. Seu texto tem gancho e é fácil de ler e entender. Você só peca em dois momentos. No quinto parágrafo em vez de “que” você escreve “q”. Pura falta de revisão. O outro problema é que você indica um site – do Dr. Gilberto Agostinho – do nada, sem referências, sem ter entrevistado ele, sem ter citado ele antes. Poderia até ser uma dica de site da própria Dra. Raquel, mas você não explicou porque esse site foi escolhido. Dá a impressão que você achou no Google e resolveu usar como link.
Bom
Adauto Molck
Rodolfo,
Concordo com o Adauto quando ele diz que seu texto é uma boa matéria de serviço. Não sei se essa é a proposta do nosso blog, mas acho que o último parágrafo, por exemplo, poderia ser diferente, não "conversando" diretamente com o leitor. Apesar disso, o texto está ótimo e achei que utilizou muito bem os links.
Um beijo,
Fernanda
Postar um comentário
<< Home