Estudo revela que 33% das mulheres brasileiras sofrem algum tipo de abuso sexual
Por Vantuir Calixto
“A vítima, uma adolescente de apenas dezesseis anos de idade. O autor da agressão, o padrasto, de 22”.Esse é somente mais um caso de violência sexual que mulheres de toda parte do Brasil sofrem a cada dia.
Um estudo realizado recentemente pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a América Latina (PNUD), revelou que 33% das mulheres entre 16 e 49 anos de idade sofrem algum tipo de abuso sexual na passagem da fase de adolescente para a fase adulta.
De acordo com dados do Ministério da Saúde 12 milhões de mulheres são estupradas anualmente, mas apenas 10% dos casos chegam ao conhecimento da sociedade. Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), estima que 1 milhão de crianças são violentadas no mesmo período e também sem nenhum tipo de conhecimento da sociedade.
O estudo ainda revela que atualmente a violência sexual contra a mulher é visto como um dos principais problemas vivido por elas, tanto no âmbito familiar como no social e profissional, podendo esses tipos de agressões, tomar várias formas, como agressão física, ameaça, insultos, e danos a bens pessoais.
Segundo a enfermeira Aurélia Del Carmen Alvarez Mondoca, funcionária do Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (Casim), o atendimento as pessoas que enfrentam situações dramáticas como à violência sexual não é tarefa fácil, já que também nesses casos familiares também são envolvidos.“As vítimas desse tipo de agressão sofrem muito, assim como sofrem seus maridos, filhos e pais, pois todos acabam sendo envolvidos”, diz.
“Por mais que os profissionais da área de saúde tentem se manter a uma certa distância desses dramas é impossível não se envolver ou não se abalar com esses casos. Eu mesma, depois de alguns anos trabalhando nessa área, desenvolvi uma úlcera”, recorda Aurélia.
O estupro é considerado um dos crimes mais violentos, classificado como (crime hediondo). Previsto pelo Código Penal Brasileiro, o estupro é a penetração de pênis em vagina sem o consentimento da mulher. As outras formas de violência sexual, inclusive as praticadas contra homens, são classificadas como atentado violento ao pudor, apesar de algumas popularmente serem chamados de estupro. Também é estupro a violência sexual praticada após o agressor fornecer drogas para a vítima, a fim de deixá-la inconsciente.
“A vítima, uma adolescente de apenas dezesseis anos de idade. O autor da agressão, o padrasto, de 22”.Esse é somente mais um caso de violência sexual que mulheres de toda parte do Brasil sofrem a cada dia.
Um estudo realizado recentemente pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a América Latina (PNUD), revelou que 33% das mulheres entre 16 e 49 anos de idade sofrem algum tipo de abuso sexual na passagem da fase de adolescente para a fase adulta.
De acordo com dados do Ministério da Saúde 12 milhões de mulheres são estupradas anualmente, mas apenas 10% dos casos chegam ao conhecimento da sociedade. Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), estima que 1 milhão de crianças são violentadas no mesmo período e também sem nenhum tipo de conhecimento da sociedade.
O estudo ainda revela que atualmente a violência sexual contra a mulher é visto como um dos principais problemas vivido por elas, tanto no âmbito familiar como no social e profissional, podendo esses tipos de agressões, tomar várias formas, como agressão física, ameaça, insultos, e danos a bens pessoais.
Segundo a enfermeira Aurélia Del Carmen Alvarez Mondoca, funcionária do Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (Casim), o atendimento as pessoas que enfrentam situações dramáticas como à violência sexual não é tarefa fácil, já que também nesses casos familiares também são envolvidos.“As vítimas desse tipo de agressão sofrem muito, assim como sofrem seus maridos, filhos e pais, pois todos acabam sendo envolvidos”, diz.
“Por mais que os profissionais da área de saúde tentem se manter a uma certa distância desses dramas é impossível não se envolver ou não se abalar com esses casos. Eu mesma, depois de alguns anos trabalhando nessa área, desenvolvi uma úlcera”, recorda Aurélia.
O estupro é considerado um dos crimes mais violentos, classificado como (crime hediondo). Previsto pelo Código Penal Brasileiro, o estupro é a penetração de pênis em vagina sem o consentimento da mulher. As outras formas de violência sexual, inclusive as praticadas contra homens, são classificadas como atentado violento ao pudor, apesar de algumas popularmente serem chamados de estupro. Também é estupro a violência sexual praticada após o agressor fornecer drogas para a vítima, a fim de deixá-la inconsciente.

3 Comments:
Fiquei surpresa com a idade do padastro da garota estuprada logo no início da matéria ... acho que ficou explícito o trauma que uma mulher sofre após esse crime e que perdura por toda vida, e que de certa forma abala toda a família.
Gostei do texto, mas achou que poderia ter tido uma fonte que passou por isso para dar veracidade aos fatos. A explicação de estrupo achei desnecessária.
No mais, gostei de tudo.
Vamos lá senhor Vantuir Calixto...
Para escrever para a web você precisa prestar a atenção em algumas especificações técnicas no seu texto.
1º) Os parágrafos não podem ser grandes e devem ser no máximo cinco.
2º) Você precisa separar os parágrafos. Deve haver um espaço entre um e outro.
3º) No seu nome deveria ter um link que abrisse o outlook com o seu e-mail.
4º) Texto para a web fica melhor se alinhado à esquerda e não justificado.
Nas aspas que abrem a matéria - “A vítima, uma adolescente de apenas dezesseis anos de idade. O autor da agressão, o padrasto, de 22” – você precisa dizer de onde tirou a frase. Ou foi você que inventou?
O trabalho de pesquisa ficou bom, você ouviu uma fonte legal que ilustrou muito bem sua matéria, mas faltou ouvir uma vítima, ao menos. Os links estavam indo muito bem até que você apelou para a wikipédia. REPITO: a wikipédia é legal, mas não pode ser usada como fonte jornalística, por um simples fato: qualquer um pode escrever qualquer coisa lá. Até existem pessoas que corrigem e alteram o conteúdo errado, mas isso pode demorar até alguns meses.
O título foi bom e chamativo.
NOTA: 7
A matéria do Vantuir ficou legal, afinal trata de um tema polêmico e presente na realidade atual. Creio também que faltou uma vítima que pudesse esclarecer melhor o que passa pela cabeça de alguém que sofreu um trauma parecido (lembrando que podem ser usados recursos para a não-identificação da pessoa), mas a outra fonte e os links foram apropriados ao tema em questão. Com pequenas falhas em relação a formatação, a presença de um link para o wikipédia e a ausência de link em seu nome. Por fim, gostei.
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