sábado, novembro 18, 2006

GHB: do crime às raves


Festas de músicas eletrônicas são templo de drogas
Marina Mueller

“No início é muito bom”, como relata a adolescente D.M.G., “mas depois de algumas horas, me faltou ar e achei que iria morrer”. Essa é a sensação de quem utiliza a nova droga do “momento”: o gama-hidroxibutirato (GHB).

A euforia, a tontura e o bem-estar. Tudo que um “baladeiro” quer sentir durante uma festa. Por isso, muitos jovens procuram o GHB. Mas o quê eles não sabem, ou descobrem tardiamente, são as conseqüências sérias que a droga proporciona após ser ingerida. “Mesmo em doses pequenas, ele pode causar problemas respiratórios e cardíacos, ocorrendo a possibilidade do paciente entrar em coma”, diz o Dr. Ronan José Vieira, chefe da Emergência Clínica no Hospital das Clínicas da Unicamp.

O gama-hidroxibutirato (GHB) surgiu no início da década de 1990 do século XX como uma droga de abuso sexual. Pois, pelo fato de não ter gosto, ela pode ser colocada propositalmente em alguma bebida e não notada ao ser ingerida. Nos Estados Unidos, por exemplo, a droga é proibida e a circulação interna em laboratórios é controlada pelo FBI.

“Já vi muita gente ficando louca na balada, mas eles não tem noção nenhuma do que estão usando”, conta Natan Dias, freqüentador assíduo das conhecidas festas eletrônicas. Ele fala que mesmo freqüentando esses ambientes, ele não sente necessidade em utilizar nenhum tipo de droga. “Acredito que não precisamos disso para curtir uma balada, mas infelizmente as raves se tornaram sinônimos de lugares para se drogar”, afirma Natan.

4 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Adauto,
me desculpe, confundi meu dia de postagem com o da Marina Germiniani.

Desculpa mesmo...

6:39 PM  
Anonymous Anônimo said...

Marina, lia a sua matéria e gostei por ser curta, o q eu acho q tem td a ver com um blog, e por tratar do assunto drogas sem muito "peso"... o texto falou da nova droga, seus efeitos e suas consequencias sem parecer um sermão de pai ou professor. A parte do "década de 1990 do século XX" ficou engraçada!!!! Gostei.

11:56 AM  
Anonymous Anônimo said...

Olá Marina.

Gostei muito da sua matéria, curta + muito objetiva. Você ouviu os dois lados da historia e acho isso muito importante.
Infelizmente o tema tratado é a realidade da juventude do mundo. O acesso a esses tipos de drogas é cada vez mais fácil e o que vemos são jovens cada vez mais indo para esse caminho, que muita vezes não tem volta.
Tenho 24 anos e nunca na minha vida experimentei essas drogas, já fui a uma festa rave por curiosidade e tenho muito orgulho quando meus amigos me chamam de careta, pois a careta aqui é muito mais saudável e mais feliz. Afinal a euforia, felicidade, sensação de bem estar das drogas dura pouco e a que busco espero ser eterna.
Parabéns pela matéria.

2:33 PM  
Anonymous Anônimo said...

Bobeou dona Marina, bobeou...
Fez uma pauta legal, escreveu uma matéria legal, só não postou a matéria na data certa.
Título ruim. Primeiro que não descobri onde quis chegar com essa afirmação. Segundo que, se tivesse lido alguns comentários deste mesmo blog, já teria descoberto que título não ter dois pontos. Legal ter aberto a matéria com uma declaração, mas você devia ter gasto mais algumas linhas detalhando onde e como foi colhida. Já que a pessoa não pode ser identificada a credibilidade fica abalada. Alguns detalhes como o dia, o lugar onde foram colhidas as informações e a idade da pessoa ajudariam melhorar isso.
Mesmo assim darei a você a nota máxima possível, visto que perdeu metade dela por ter demorado dois dias na postagem.

NOTA: 5

11:35 PM  

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