Drogas sintéticas oferecem perigo ainda maior
As drogas estão presentes no mundo desde 5400 a C, onde se tem a primeira evidência de um resíduo de vinho encontrado no Irã. Porém, hoje as drogas se espalharam por todos os cantos do mundo. Tiveram alterações em fórmulas e nos efeitos que elas causam no organismo humano.
A maconha e a cocaína dividem espaço nos mercados da droga como as novidades sintéticas. O maior exemplo hoje desse tipo de droga é o ecstasy, muito usado em festas “raves”. Segundo dados da Polícia Civil de Campinas a apreensão de ecstasy aumentou quase 300% neste ano em relação ao ano anterior.
Os efeitos desse novo tipo de droga são piores do que as drogas “naturais”, como a maconha, pois eles atingem diretamente o sistema nervoso central do usuário. Segundo a farmacêutica Aline Pierozzi, as drogas atuais são de maior efeito viciante. “A grande quantidade de química encontrada nessas novas drogas faz com que o usuário se vicie de forma mais rápida e sinta a necessidade de consumi-las novamente”, afirma.
O perigo que as drogas sintéticas trazem ao corpo de quem é consumidor não se resume apenas nos danos físicos, mas também gera distúrbios mentais e de comportamento. Podem causar depressão e isolamento nos consumidores desse tipo de droga.

2 Comments:
Olá Marina
Bem bacana a sua matéria. Curta e objetiva você tratou de um tema que é a realidade da juventude. As dragas atingem a qualquer classe social e seus efeitos são avassaladores. Ainda acredito muita na educação que vem de casa para possível solução desse enorme problema e, é claro a responsabilidade do governo em relação à distribuição descarada dessas drogas é muito importante.
Na hora de postar, acho que você não colocou o título no lugar destinado ao título. Então seu título ficou numa fonte pequena.
Começas teu texto com uma informação bem interessante, contudo não diz de onde a tirou. Será verdade essa história de vinho encontrado no Irã? Não sei. Você não revela sua fonte...
Eu fui até o link que você colocou na palavra “drogas”, mas não consegui achar de onde vem essa informação. Começas a falar do álcool, mas o seu foco são as drogas sintéticas – sei disso porque você chamou no título. Se pretende falar de drogas sintéticas, comece falando de drogas sintéticas, ora pois?!?! Pra quê o Nariz-de-cera??????
A matéria ficou pequena, as idéias ficaram jogadas, tem apenas um link e você deu pouca importância à fala de sua entrevistada. Ou seja, tenho certeza que poderia ter feito muito melhor.
NOTA: 6
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