quarta-feira, novembro 22, 2006

História dos The Doors vira livro

Lançado nos EUA o livro “The Doors by The Doors” com memórias da banda de rock mundialmente conhecida The Doors e de seus quatro integrantes: John Densmore (bateria), Robby Krieger (guitarra), Ray Manzarek (órgão e piano) e Jim Morrison (vocal). “The Doors by The Doors” escrito pelo jornalista Ben Fong-Torres, sem previsão para lançamento no Brasil, reúne depoimentos de familiares do já falecido vocalista e dos outros integrantes ainda vivos.

The Doors misturava em suas músicas diversos ritmos, com letras que simbolizavam rebeldia e revolta e que em sua maioria eram de autoria de Jim Morrison. A polêmica banda de rock formada em meados dos anos 60 lançou ao todo sete álbuns e mais dois após a morte de Jim Morrison em 1971. Segundo o site oficial do The Doors no Brasil, a música de mais sucesso do grupo é a Light my fire.

A biografia da banda já foi retratada no filme “The Doors” de Oliver Stone, embora para fãs como Dirleison Souza, vendedor de discos da galeria do rock em São Paulo, o filme retrata somente a vida turbulenta do grupo e principalmente o lado mórbido de Jim Morrison. Mostra-o como a figura de um super astro do rock drogado, alcoólatra e violento. “Jim Morrison era poeta, compositor e cantor. Fazia muitas críticas e enfrentava a polícia e a censura. Não era só um cara demente sem conteúdo como o filme mostra”, afirma Dirleison.

O vocalista Jim Morrison após se formar na Universidade da Califórnia em Los Angeles foi quem decidiu formar a banda rock. Além de compositor e cantor, Jim Morrison era poeta. Teve ao todo cinco livros escritos e oficialmente editados. São eles "The Lords" (Editado em 1969), "The New Creatures" (Editado em 1969), "An American Prayer" (Editado em 1970), "An American Prayer" (Editado em 1983), "The American Night" (Editado em 1990).

Jim Morrison aos 27 anos mudou-se para Paris com sua esposa Pámela Courson para se concentrar em suas composições, mas de acordo com informações do site oficial brasileiro dos The Doors, Morrison “nada fez além de escrever notas de suicídio e encher a cara”. Em 03 de julho de 71, quatro meses depois que se mudou para a cidade, o cantor foi encontrado pela esposa morto dentro da banheira do apartamento do casal.

Segundo laudo oficial o motivo do falecimento foi ataque cardíaco, mas há controvérsias, pois para alguns fãs e especuladores o real motivo da morte de Morrison foi overdose de Heroína. O túmulo de Morrison está no cemitério Père Lachaise e segundo o site rockwave o sepulcro de Jim Morrison é considerado a quarta atração turística mais visitada da França.

Renata Rocha

4 Comments:

Anonymous Anônimo said...

O texto de Renata Rocha foi escrito com clareza, houve contexto e organização de dados. No entanto, se a proposta foi dissertar ou mesmo noticiar sobre o lançamento do livro que fala sobre a banda "The Doors", Renata falhou. Somente no primeiro parágrafo há informações sobre o livro. Nos demais, a bola da vez é o vocalista da banda Jim Morrison. Há um pequeno relato de sua vida e um pouco da história da banda. Ficaria mais interessante se Renata abordasse mais sobre o conteúdo do livro.

Bruna Michelle

10:08 AM  
Anonymous Anônimo said...

A primeira frase do seu texto ficou estranha por ser muito longa e faltar informações importantes. Quando foi lançado o livro? Você poderia ter dito ao menos o mês. The Doors aparece três vezes no mesmo parágrafos. Você poderia ter feito assim:
“Foi lançado neste mês de novembro, nos Estados Unidos, um livro de memórias de uma das bandas de rock mais conhecidas em todo o mundo. The Doors by The Doors, escrito pelo jornalista Ben Fong-Torres, ainda não tem previsão para lançamento no Brasil,...”
Faltou ouvir alguém de peso, algum estudioso, algum fã famoso. O depoimento de um vendedor de disco ilustra, mas não convence. Mas a grande falha é que você forçou um gancho que não conseguiu sustentar. Não existem informações sobre o livro e ,como você escolheu uma matéria de lançamento, deveria ao menos ter lido o dito cujo, ou pelo menos ter mais informações sobre.
Você faz dois links para o mesmo lugar, digo, não é o mesmo lugar, mas é o mesmo site – dispensável o link nos álbuns.

NOTA: 7

8:04 PM  
Anonymous Anônimo said...

O texto ficou bem escrito, mas tenho que concordar com a Bruna. A informação do foco da matéria ficou apenas no início. Faltou aprofundamento, não descartando a vida do Jim Morrison (poderia ter sido mais breve). No mais, ficou bom.

5:37 PM  
Anonymous Anônimo said...

Cara e bela Renata,
você tem razão ao reclamar pessoalmente com seu professor. Relendo o comentário notei que fui ácido demais e que não levei em conta, no comentário, as partes boas da sua matéria. Então volto a esse espaço para me redimir desta falha. Olhe para esse lado: sua matéria tem 3 pontos negativos, mas possui 7 pontos positivos. Elenco os que achei mais legais:
O trabalho de pesquisa foi bem feito e você informou as fontes. Eu nunca soube o Jim Morrison era poeta e que tinha até livros publicados, também não sabia que o túmulo dele é um dos mais visitados até hoje.
O link mostrando a foto do túmulo é um belo exemplo do uso do recurso multimídia.
Seu texto é bem escrito e bem resolvido, mas só para não perder a oportunidade de ser chato, notei agora que seu texto está justificado e na web é melhor que ele seja alinhado à esquerda. Sorry!! (risos)

4:38 PM  

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