terça-feira, novembro 21, 2006

Profissional do sexo abre empresa com dinheiro da prostituição

A profissão das prostitutas é uma das profissões mais antiga do mundo, elas atravessaram os séculos exercendo sua profissão, passando por cima de preconceitos, discriminações, violências e agressões que partem de todos os lados. Com o passar dos anos muitos homens também passaram a buscar no prazer uma forma de sustentação, como é o caso de Richard -nome fantasia- Alcântara que trabalha há 7 anos em São Paulo como garoto de programa e foi com o dinheiro do “prazer pago” que ele montou a sua empresa.


De acordo com a Wikipédia a prostituição consiste numa relação sexual entre pessoas em que o objetivo da relação não é o afeto ou o desejo recíproco, mas sim o ato de proporcionar prazer sexual em troca de dinheiro ou outro tipo qualquer de benefício. Segundo Richard os profissionais do sexo muitas vezes começam a trabalhar por estar desempregado, assim o sexo torna um serviço extra entre os demais serviços sem registro. “Comecei a trabalhar com a prostituição por falta de emprego, porque antes eu não tinha trabalho fixo, eu vivia de vários ‘bicos’”, comenta.


Depois de 1 ano de trabalho como profissional do sexo Alcântara percebeu que em pouco tempo ele tinha formado um bom capital, e durante 4 anos guardou o dinheiro arrecadado com a prostituição e montou uma empresa que presta serviços automobilísticos para outras empresas. “O processo de abrir a empresa foi lento, pois precisei arrumar um sócio para não deixar minha profissão sexual”, afirma. Ele diz também que além do sócio foi necessário aplicar cerca de trinta mil reais para conseguir abrir sua empresa.


A empresa funciona faz dois anos e mesmo com uma pequena clientela o profissional do sexo diz que o lucro arrecadado fica em torno de mil e quinhentos reais para cada sócio. Mesmo arrecadando uma boa quantia com a empresa, Richard continua trabalhando como profissional do sexo para complementar a sua renda. “Eu continuo trabalhando porque acredito que o meu dinheiro seja digno...porque não seria? Dou o meu trabalho em troca do dinheiro”, revela.


O garoto de programa não se sente incomodado com a sua profissão, mas confessa esconder sua verdadeira identidade para não atrapalhar os negócios na empresa. “A sociedade encara o profissional do sexo como um ladrão, não somos um ladrão, somos um trabalhador que preferimos misturar o trabalho com o prazer”, afirma. Hoje alguns profissionais do sexo, que também encaram a prostituição como um trabalho, formam Ongs e pequenas empresas valorizando esta profissão.

Patrícia Moura

3 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Olá Patrícia!

Gostei do assunto tratado na sua matéria. Mas acho que você deveria ter iniciado de maneira mais direta. Já começando a contar que "o profissional do sexo Richard Alcântara...".

E que o termo "profissão sexual" usado no terceiro parágrafo ficou estranho.

Parabéns e um grande abraço.

4:56 PM  
Anonymous Anônimo said...

Oi Carla,

Muito obrigada....valeu pelas dicas!! Sobre o terceiro paragrafo trata-se de uma citação por isso mantive o termo "profissão sexual", já que foi desta forma que ele falou.

Bjos bjos...

7:32 PM  
Anonymous Anônimo said...

Querida Patrícia,
“nome fantasia” é um termo usado para produtos somente. Você poderia dizer que ele é conhecido por Fulano de Tal, mas que esse não é seu nome verdadeiro ou dizer que esse é “seu nome de guerra” – termo melhor e mais conhecido.
Acho que você não anda lendo os comentários que tenho feito para seus colegas que já postaram matérias aqui... já pedi para não fazer link para wikipédia.
Já disse também que quando for repetir o nome do entrevistado a regra é usar o sobrenome para os homens e o nome para as mulheres – você não observou isso.
Seu texto tem muita repetição de palavras e em todos os parágrafos faltam vírgulas. As frases ficaram longas e isso implica em colocar mais virgulas, mas mesmo com elas o texto fica “truncado”, difícil de acompanhar, não flui. Então, use frases menores.
Dispensável explicar o que é prostituição. Você está fazendo uma matéria e não uma enciclopédia, Ok?

NOTA: 6

7:53 PM  

Postar um comentário

<< Home