segunda-feira, novembro 05, 2007

Projeto social e o uso de drogas


Há três anos o projeto social, Passe de Mágica, implantado pelas ex-jogadoras e irmãs, Magic Paula e Branca, visa trabalhar o esporte como ferramenta para despertar o interesse das crianças para um desenvolvimento saudável, tirá-las da rua, orientando-as sobre sexo e principalmente sobre o uso de drogas, que é freqüente nas famílias e em algumas crianças atendidas pela Instituição.

Dentre os quatro núcleos atendidos pelo projeto, há o núcleo do Sesi em Piracicaba, que atende cem crianças, de sete a quinze anos, as quais moram nos bairros próximos ao núcleo: Mario Dedini, Bosque do Lenheiro e Vila Fátima, essas crianças vivem em condições precárias, o uso de droga na família é um número alto para a quantidade de crianças atendidas no Sesi.

A Instituição procura não divulgar esse problema do uso de drogas, pois o estatuto da criança e do adolescente visa preservar a identidade e os valores do cidadão, assim como dos seus familiares, Branca conta que a Instituição faz uma análise das crianças que se inscrevem para participar do projeto, por meio de uma assistente social, nesse trabalho, a princípio a Instituição conseguiu constatar que das 90 famílias cadastradas, 45 apresentam problemas com o uso de droga, e algumas com doenças sexualmente transmissíveis.

Essas famílias assim como seus filhos, passam por consultas com psicóloga e assistente social do projeto mensalmente, nesses três anos da Instituição Passe de Mágica o núcleo de Piracicaba, no Sesi, apresentava 35 famílias com problemas do uso de droga e doenças sexualmente transmissíveis, com o apoio e acompanhamento do projeto, 25 dessas já conseguiram bons resultados, algumas pessoas foram encaminhadas á centros especializados, e outras conseguiram empregos e deixaram o mundo das drogas, aos poucos o projeto obtém os resultados pelos quais tanto luta.

Para a psicóloga e terapeuta, Regina Vilas Boas, o uso de drogas na maior parte dos casos, está ligado á baixa condição financeira das famílias, inclusive nos bairros onde o projeto está instalado, essa exclusão social, leva a baixa auto-estima, o cidadão perde seus valores, e acaba sendo incentivado pelo “mundo das drogas” e até mesmo pela marginalidade, e o problema pode piorar ainda mais, quando por falta de acompanhamento e assistência, os filhos também são incentivados há esse mal, como conseqüência do mal reflexo de seus pais.

Ana Carla Candido

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Ana Carla,

Essa matéria ficaria muito boa no site Passe de Mágica. Ficou institucional demais...
Só ouviu fontes lá de dentro. Não contou uma história legal. Seus personagens são citados e não entrevistados – lista telefônica traz mais informações até.
O título ficou ruim - títulos sem verbo ficam assim mesmo... e essa era uma recomendação minha. A matéria ficou sem gancho – sem novidade. O que estaria a instituição fazendo de novo hoje? Segundo sua matéria, nada.
E ainda começa com cara de matéria velha: “Há três anos o projeto social...” Uma matéria com um atraso de três longos anos.
Para sua alegria a foto ficou boa e os links funcionando.
Entre péssima, ruim, regular, boa e ótima, sua matéria ficou Regular (-).
Sei que sabe fazer melhor.


Adauto

4:46 PM  
Anonymous Anônimo said...

Ana Carla,

Acredito que o texto poderia ter sido revisto, pois: o título não me trouxe curiosidade acerca do tema, mas li até o fim. Há parágrafos inteiros com um único ponto final, o que tornou a leitura um tanto quanto difícil. Nestes casos, o leitor precisa voltar no início do parágrafo para quebrar as orações e tirar a informação.
Além de muitos erros gramaticais. Os dados apresentados são conflitantes, pois, segundo consta, no início do projeto 45 famílias apresentavam problemas relacionados ao uso de drogas. Um pouco mais pra frente o número cai para 35, mas fiquei em dúvida se o número caiu realmente, ou se foi erro de digitação. E mais adiante o número cai para 25. Depois o texto dá uma clareada, mas a dúvida permaneceu. Quanto à fonte, acredito que fez o papel dela de enaltecer o trabalho social das jogadoras e, claro, da própria função dela. Aliás, o trabalho é bonito, mas a reportagem ficou institucionalizada. Mesmo assim, pelo menos para complementar, acho que caberia falar mais sobre a aplicação do esporte na tentativa de minimizar os efeitos do uso das drogas nessas famílias. Outra sugestão seria ouvir as crianças, já que são elas o alvo do trabalho social. De um modo geral, a matéria ficou superficial e não me trouxe novidade, apenas o que eu já deduzia quando vi que o trabalho é desenvolvido pelas jogadoras Magic Paula e Branca.

12:15 AM  

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