sexta-feira, novembro 16, 2007

Crianças e o fácil acesso ao sexo na Web

A internet é um espaço democrático e permite o acesso livre aos mais diversos assuntos, inclusive a alguns que não agradam aos pais de crianças, que ao contrário dos filhos viveram na pré-história eletrônica, como os sites de apelo erótico. O fácil acesso à pornografia, está mostrando o sexo como um evento público.

Atualmente, o crescimento do número de crianças que tem acesso ao computador é preocupante. Os dados do Ibope/NetRatings comprovam. Segundo pesquisa, no período de agosto de 2005 a agosto de 2007, o número de crianças na web com idade entre 2 e 11 anos aumentou 77%, enquanto o crescimento geral da internet no país foi de 66%.

Mas como controlar o acesso das crianças, já que esse tipo de conteúdo, pode ser acessado livremente na Web? “O computador não fica no quarto dele, e todas as vezes que ele acessa, eu estou sempre perto o aconselhando”, diz Flavio Rocha, pai de Lucas Rocha de 8 anos. Lucas diz que acha a internet radiante, que se não fosse o controle do pai gostaria de ficar muito mais tempo. “Gosto de ficar jogando, baixando músicas e pesquisando brinquedos novos”, explica.
Segundo a psicóloga Ana Maron Vichi, o controle como o de Flavio é necessário, já que estamos falando de crianças. "Os pais devem impor esse limite e dedicar um tempo junto ao filho”, aconselha. Maron ressalta que é preciso conversar desde pequeno com o filho para que se possa ter uma relação de confiança e não deixar despertar a curiosidade ao filho.

De acordo com a pesquisa realizada pelo Google, os internautas brasileiros, junto com os colombianos e peruanos, são os que mais buscam pela palavra "sexo" no site. O que preocupa ainda mais os pais. “A internet é ótima para pesquisar, brincar, conversar com os amigos. Mas assim como no mundo real, a Web pode ser perigosa para as crianças”, finaliza Flavio Rocha.


Thiago Ferraz

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Caro Thiago,

Baseado em qual fonte você escreveu o primeiro parágrafo? Existem ali muitas afirmações sem crédito algum. Você não pode fazer essas afirmações pelo simples fato de ser um repórter, entende? Além do mais isso não é redação – você começou seu texto como se começa uma redação.
No segundo parágrafo você usa dados do Ibope (cujo link não abre), mas que não confirma que as crianças estão vendo pornografia. Só que aumenta o número de crianças na web. Mais uma vez falta alguém com credibilidade para fazer as ligações entre a pesquisa e a realidade. Você não é essa pessoa. Você não é importante.
Você começou mal, mas terminou bem. Ouviu um pai, seu filho e uma psicóloga. Conseguiu aí desenvolver um pouco melhor seu tema e sua matéria.
Guarde bem Thiago, toda e qualquer afirmação deve partir de alguma fonte, OK?


Regular (-)

Adauto Molck

6:53 PM  

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