Amplificador é a alma do rock
Jimi Hendrix consagrou uma das mais importantes marcas do mundo
Por Danilo Sanches
O primeiro modelo de amplificador de alto ganho foi construído pelos ingleses Jim Marshall e Ken Bran. O modelo se chamava 1959, mas o ano era 1965. O aparelho, que tinha potência de 100 Watts, usava o sistema de válvulas, que além de manter um som mais claro, permitia maior potência na amplificação sem perda de qualidade sonora.
Quem se responsabilizou por divulgar a marca criada por Marshall, foi Jimi Hendrix. Sua biografia conta que ele chegou a utilizar outros amplificadores, mas que nenhum suportaria a força dos shows do Experience, banda que formou em 1966.
Leonidas Keiteris, proprietário de uma assistência técnica especializada em amplificadores Marshall, diz que na época os Marshall eram equipamentos de ponta, por isso a preferência de Hendrix. As diferenciações entre as várias marcas, segundo ele, são de projeto eletrônico, e que cada empresa tem seu ajuste e característica de timbre. “O Marshall valvulado tem um timbre diferenciado e conseguiu atingir uma excelência em qualidade técnica”, diz.
A Tubeamps, fábrica brasileira de amplificadores valvulados, explica que os tipos de amplificadores têm basicamente uma diferença: seus componentes ativos. Os amplificadores por transistores saturam-se com facilidade e geram distorções indesejáveis ao som original da guitarra, mesmo quando já se usa o efeito de distorção. Os valvulados mantêm a definição do som do instrumento, mesmo quando se utiliza efeitos. O único inconveniente dos valvulados é que funcionam melhor e têm maior vida útil, quando usados em altos volumes.
O guitarrista Rodrigo Souza observa que na época em que o modelo que Hendrix usava foi feito, os aparelhos eram feitos à mão, o que garantia qualidade superior aos feitos hoje, por produção em série. Completa ainda, que prefere amplificadores valvulados, mas da marca Laney. “Os Marshall que testei, começaram a dar problemas antes do Laney”, conta, apesar de ressaltar que os aparelhos que testou não eram os mais caros que a marca oferece.
Por Danilo Sanches
O primeiro modelo de amplificador de alto ganho foi construído pelos ingleses Jim Marshall e Ken Bran. O modelo se chamava 1959, mas o ano era 1965. O aparelho, que tinha potência de 100 Watts, usava o sistema de válvulas, que além de manter um som mais claro, permitia maior potência na amplificação sem perda de qualidade sonora.
Quem se responsabilizou por divulgar a marca criada por Marshall, foi Jimi Hendrix. Sua biografia conta que ele chegou a utilizar outros amplificadores, mas que nenhum suportaria a força dos shows do Experience, banda que formou em 1966.
Leonidas Keiteris, proprietário de uma assistência técnica especializada em amplificadores Marshall, diz que na época os Marshall eram equipamentos de ponta, por isso a preferência de Hendrix. As diferenciações entre as várias marcas, segundo ele, são de projeto eletrônico, e que cada empresa tem seu ajuste e característica de timbre. “O Marshall valvulado tem um timbre diferenciado e conseguiu atingir uma excelência em qualidade técnica”, diz.
A Tubeamps, fábrica brasileira de amplificadores valvulados, explica que os tipos de amplificadores têm basicamente uma diferença: seus componentes ativos. Os amplificadores por transistores saturam-se com facilidade e geram distorções indesejáveis ao som original da guitarra, mesmo quando já se usa o efeito de distorção. Os valvulados mantêm a definição do som do instrumento, mesmo quando se utiliza efeitos. O único inconveniente dos valvulados é que funcionam melhor e têm maior vida útil, quando usados em altos volumes.
O guitarrista Rodrigo Souza observa que na época em que o modelo que Hendrix usava foi feito, os aparelhos eram feitos à mão, o que garantia qualidade superior aos feitos hoje, por produção em série. Completa ainda, que prefere amplificadores valvulados, mas da marca Laney. “Os Marshall que testei, começaram a dar problemas antes do Laney”, conta, apesar de ressaltar que os aparelhos que testou não eram os mais caros que a marca oferece.

6 Comments:
Sanches, vc escreve bem, colega. Gostei da sua matéria. Bjs
Fernanda Callefo
Pô, Adauto, é o Tuia! Como assim, já teve aula contigo! Ê memória, hein!
Danilo,
Boa matéria. Uma pauta inédita e diferente para este blog. Escolheu bem o assunto, escolheu bem as palavras, escolheu bem os links. Só um detalhe me achou a atenção: o guitarrista Rodrigo Souza. Quem é ele, onde ele toca, quantos anos ele tem, qual a experiência musical dele?
Se esse Rodrigo Souza é mesmo o Tuia, então temos aqui uma ressalva.
E por dois motivos:
Primeiro que EU conheço o Tuia, mas o leitor não, e você (repito) precisa deixar isso claro para o leitor e não somente para o seu professor.
Segundo que eu disse, inúmeras vezes em aula, que nenhum colega seu ou meu serviria de fonte de informação ou personagem para as matérias.
Bom
Adauto Molck
Aí meu Deus! A matéria tá ótima...Qria só saber quem foi o mala que fez a denúncia? É o Tuia sim e daí? Se o cara entende do tema da matéria pq não usa-lo como fonte? É verdade sim q o Adauto havia avisado sobre não usar pessoas da classe como fonte, mas a matéria não tem no Rodrigo o foco.Aliás, ele só foi usado como complemento de uma matéria q já estava estruturada.
Danilo, pra mim sua matéria continua ótima! Parabéns!
Danilo,
Meu conhecimento sobre o assunto da sua matéria é equivalente a profundidade de um pires. Mas mesmo assim tenho algumas considerações a fazer:
Quando você coloca o nome de Jimi Hendrix na linha fina, se espera que ele apareça no lead, mas não, ele só vem no segundo parágrafo, e para deixar o leitor ainda mais confuso, você cita no lead o nome de outras personalidades. Isso me deixou confusa, logo de cara tive que reler os primeiros parágrafos para saber quem era quem...Será que um leitor “comum” faria esta releitura?Ou simplesmente deixaria de ler sua matéria?
No desenrolar do texto o tema flui, mesmo não entendendo nada de amplificador, a matéria teve um começo-meio-fim.
Em relação a polêmica da sua fonte, não acho nada de errado você utilizar um amigo, embora o professor tenha pedido para não usarmos. Mas caso ele não tivesse feito nenhuma ressalva quanto a isto, pelo menos o nome da banda que o Rodrigo Souza toca, seria bom colocar né? Sei também que sua matéria não girou em torno dele, mas ele foi o seu personagem que “comprova” tudo o que diz a matéria, logo, precisa ser uma fonte de credibilidade.
É isso
Priscilla Fidalgo
Priscilla, só pra que fique claro:
Existe em jonalismo, um conceito de lead e sub-lead que permite ao redator colocar informações complementeres e, que façam parte dos como-onde-porquês, sem que se prejudique a leitura linear ou que se faça um parágrafo gigante.
Como é um blog e, um blog descontraído, além de fazer parágros pequenos, o sub-lead pode ser usado.
Outra coisa. não é regra que a informação da linha fina tenha que estar no lead, mas claro, que seja relevante e tenha seu destaque. Teve.
O primeiro paragrafo só fala que fulano criou o amplificador, nada complexo, a não ser os nomes em ingles (inevitável, eram ingleses). Fala também do que eles inventaram. E ordem direta.
Só fiz uma brincadeirinha lá (só charme), que é "o modelo era tal, mas o ano era tal", mas ninguem que leu reclamou, aliá acharam' engraçadinho'.
Esqueci mesmo de por a banda do Tuia. Confeço que fiz correndo. Não justifica, o desorganizado fui eu, afinal tive muito tempo. Mas tive dificuldade pra achar uma pauta relevante e nova. Mais uma vez problema meu.
Já esperava uma crítica sua. Afinal, não é sempre que temos essa oportunidade. Raramente (a não ser no Saiba +) vejo textos de outros colegas - e,no seu caso de alguém que não é tão colega assim. Mas, sinceramente esperava uma crítica mais elaborada. Enfim, o tema do blog é bem abrangente, mesmo. Tentei explicar sem ser muito técnico, afinal entendo que não é todo mundo que se interessa por amplificador, mas pro rock é essencial - e era o tema.
Obrigado por ler, mesmo que por obrigação. Espero que goste dos proximos textos meus que ler.
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